“Sonhe com o nosso futuro, velhinhos, na varanda da casa de um de nós dois, dando risada do nosso passado e relembrando que nosso amor nunca mudou e nunca vai.”
Como mudaria? Um amor assim não muda, não se vai, nem enfraquece. É um amor puro, um amor que não dói, só nos faz bem. Tenho e mim, bem aqui dentro, no fundo do coração, uma caixinha talhada com detalhes em ouro, fechada com mil chaves que é para nunca correr o risco ser aberta e voar para longe tudo o que guardei ali dentro. Aliás, sabe o que guardei em meio a cenas e sorrisos? O brilho dos teus olhos. O brilho cujo me diz tudo o que preciso saber. Aquele olhar impactante, cheio de carinho, atenção e esperança.
À uma alma que encontrou com a minha dentre os cascalhos de mais uma garrafa quebrada, entre tantas.